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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
GRAÇA E PAZ MEUS IRMÃOS: O Projeto Dai-me Almas,é um grupo missionario que esta nascendo na nossa cidade.Nossa missão é levar a palavra de Deus atraves da promoção e organização de encontros de primeiro anuncio,Aprofundamento,Formação e cura e libertação. e tambem fazemos trabalhos socias como visita a Asilos,orfanatos e hospitais levando a palavra de Deus aos mais necessitados. para saber mais: e-mail:missaofazeidiscipulos@bol.com.br tel.:(32)8701-8599

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Alçar Vôo

Durante a nossa vida empenhamos para chegar ao ápice de nossa fé, ou seja, o momento em que nos tornamos plenamente realizados com as decisões que tomamos e extremamente confiantes nas providencias divinas.



Alçar um vôo à felicidade requer muita paciência e experiências de vida, a exemplo, um pássaro antes de voar recebe os ensinamentos de sua mãe sobre o abrir as asas, sobre como adquirir alimentos e outras coisas mais, após os ensinamentos repassados, ele se lança na confiança de que os ensinamentos adquiridos são suficientes.

Percebemos que mesmo com os ensinamentos vários, o pássaro ainda irá de encontro ao chão, isto por várias vezes, até conseguir colocar em prática tudo que escutou.

Trazendo para nossa vida, podemos lembrar de tudo que os nossos pais nos falaram durante a infância (menino não faça isso, menino faça aquilo, não vá por ai, procure sempre isso) mesmo nossos pais nos abrindo os olhos em relação a várias coisas, o vôo depende de nós, ou seja, depende somente e exclusivamente de nós decidirmos quando iremos voar, como iremos voar e se iremos seguir os conselhos.

Mas mesmo após alçar vôo, ainda sim iremos encontrar obstáculos que a nós não foi informado, a dor da perda, a dor de uma decisão errada, mas porque não fomos informados?


Na verdade, acredito que mesmo se fossemos informados, estas dores e obstáculos só se vencem enfrentando. Como posso falar que a perda de algo para mim seria difícil se nunca o perdi?

Mas a dor da perda nos dá também a mais valiosa lição, qual seja, saber valorizar as pequenas coisas (um sorriso, uma palavra doce, um bom dia, um presente, um carinho), pois para mim, o que mais me trouxe tristeza com relação a uma perda, foi justamente um pequeno gesto que poderia empreender, mas não o fiz.

Não podemos acreditar que a nossa caminhada é solitária e que por isso somos auto-suficientes, pois dependemos dos outros para voar, assim como o pássaro depende do vento para planar.

Desta forma, valorize os pequenos gestos, escute os pequenos conselhos, alce vôos sem medo dos obstáculos, pois eles sempre existirão, mas nunca derrubarão àqueles que confiam em Deus, valorizam os pequenos sinais.

Pense Nisso.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Libertar-se...






Outro dia estava pensando: como nos acostumamos com as coisas! Vivemos situações. Convivemos com pessoas. E às vezes não notamos que acabamos acostumando-nos com certos elementos em nossas vidas. Como assim? Somos feitos de sentimentos, vontades, pensamentos e crenças. Porém, são coisas que mudam o tempo todo.

Como dizia o filósofo Heráclito: “nunca entramos no mesmo rio por duas vezes”, porque na segunda vez, nem nós e nem o rio somos mais os mesmos. Parece estranho, mas a vida passa e muda tudo, dentro e fora de nós. O que nos faz bem e satisfaz-nos hoje, não fará o mesmo necessariamente no dia seguinte. E não é pessimismo de minha parte. O tempo simplesmente não pára. E este mesmo tempo que muda nossa exterior, mexe também com o nosso interior.

Aqui encontramos outro ponto. Se as coisas mudam com tanta facilidade, precisamos aprender a trabalhar isto. Se tudo muda, se tudo flui, precisamos saber perdoar. Isto mesmo, perdoar. Mas não no sentido usual desta palavra. A palavra perdoar tem outro sentido diferente de esquecer ou ter misericórdia. Perdoar significa também jogar fora. Libertar-se. E libertar-se não o mesmo que esquecer. Quem liberta lembra, no entanto, não se prende mais. Não insiste demais. Esquecer consome muita mais energia do que libertar algo de nossas vidas. E não gera obrigatoriamente resultados melhores.

Aprender a perdoar. Entender que é preciso libertar coisas e pessoas de nossas vidas. Eis algo que vale a pena pensar. O quanto deixamos de viver por insistir com algo que essencialmente não tem futuro algum? Quantas pessoas esperam algo que não podemos oferecer? Quantos objetos e lembranças nos prendem a um passado, que não volta e nem nos acrescenta nada?

É preciso perdoar! É preciso libertar-se! É preciso jogar fora tudo o que nos prende e nos limita! Falo isto porque a vida é cheia de oportunidades. Ou antes, é feita de oportunidades. E muitas vezes insistimos em coisas que não são nossas. Ou que apenas entraram em nossas vidas momentaneamente. E o que é realmente nosso, passa... Ou sequer descobrimos que é nosso. Nos caminhos da vida existem portas que levam a lugares que somente nós podemos ir. Mas é preciso buscar! É preciso procurar! É preciso tentar! E para tudo isto, é preciso alguma liberdade.

E você? Não está preso (a) a algo ou alguém? Não há nada te impedindo de buscar coisas que realmente te realizem? Viver é ter coragem de arriscar e buscar o que é nosso. Algumas coisas passam e voltam. Porém, outras não voltam mais. É preciso ter coragem! E é necessário tentar! Existem muitas portas fechadas para cada um de nós. Todavia, algumas estão apenas esperando para serem abertas. E então? Vai tentar abrir alguma? Ou vai simplesmente deixar tudo como está? A escolha é sua, e somente sua...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Jovens não temais





A Paz de Cristo e o Amor de Maria estejam com todos vocês!

Hoje em dia nossos jovens estão seduzidos pelo “mundo” e pelas coisas que nele existem, buscando uma vida de liberdade, oportunidades e sonhos a serem realizados.

Como Jovens, sentimos as cobranças para o nosso futuro, muita esperança é dopositada em nossas costas, e sempre procuramos e achamos uma maneira de escapar dessas cobranças.

E agora eu pergunto: Onde está Deus nisso tudo? Em que momento Ele entra na vida desses tantos jovens?

Sabe aquele momento que paramos por um minuto e acabamos nos sentindo mal, é justamente isso! Esse vazio é a total falta de Deus. Estar com Deus significa muito mais do que ficar rezando, significa muito mais do que ficar ouvindo alguém falar. É na verdade, experimentar uma vida diferente, onde quando queremos superar tudo isso corremos para Deus e quando queremos nos satisfazer nós vamos para perto de Deus!

Ao lado de Deus não estamos livres de dificuldades, mas a maneira com que a encaramos é diferente, nós não temos medo do futuro! Porque sabemos que se honrarmos a vontade do nosso Deus, o melhor nos acontecerá e isso independente da fase que estejamos passando.

Jovens, voltem enquanto há tempo, vamos mudar este mundo, mude o teu coração e o mundo a tua volta também mudará!

Jesus nosso grande amigo nos espera!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O “Ficar” é de Deus?




Por: Juberto Santos



Muito se tem discutido inda sobre uma frase dita pelo Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Dimas Lara Barbosa, dita em 2007, o qual condenou o hábito de "ficar", comum entre jovens e adolescentes. O bispo assinalou na ocasião: “O senso do descartável do 'ficar', que era próprio das garotas de programa, é hoje vivenciado pelas adolescentes. Os meninos apostam entre eles para saber quem fica com mais garotas numa noite. No dia seguinte, eles não sabem nem o nome delas, o que significa que essa pessoa, com quem 'ficou', não vale absolutamente nada. O problema é grave e atinge adolescentes e pré-adolescentes”.(O Globo Online 08/05/2007)

Alguns veículos de informação assinalaram que ficar é do “Capeta”. Bem, queria ir pelo outro viés: “Ficar é de Deus?”

Bem, eu sou jovem, sou professor de História, tenho 29 anos, sou católico, sou catequista e líder pastoral, atuo com crianças, adolescentes e jovens no meu bairro desde 1998.

E nunca tive medo de assumir minha fé, os valores morais e a doutrina religiosa católica. Fiquei muito triste de ver parte da juventude católica criticando essa atitude de Dom Dimas. Jovens católicos aceitando relacionamentos superficiais, sendo verdadeiros “copos descartáveis”. Os católicos precisam levar o Cristo incondicionalmente, não nos conformando com o mundo, mas o que vemos são pessoas buscando apenas uma “fé de supermercado”, ou seja, você apenas assimila das “prateleiras” aquilo que gosta e descarta o restante da doutrina. O que está acontecendo? O bispo nos lembra que não podemos brincar de ser Igreja! Não podemos buscar um Cristo “Light”, segundo um “quinto Evangelho” o qual aceita meus erros e pecados. Nós não podemos aceitar que os católicos tenham valores mundanos, modismos que vão de encontro com a Doutrina Cristã e acabam, assim, escrevendo “seu próprio Catecismo”.

E o que vem a ser a prostituição? É a comercialização da prática sexual ou, é o oferecimento de satisfação sexual em troca de vantagens monetárias, prazeres ou favores. A Bíblia é clara sobre esse assunto. Em várias passagens vemos a condenação dessa prática: “Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.” (1 Cor 6, 18) Não se discute esse assunto, pois é um pecado muito grave, pois o nosso corpo é Templo do Espírito Santo (1Cor 3, 16-17). Um jovem paulista, em uma comunidade do site de relacionamentos Orkut assinalou: “Eu prefiro Ficar... Ficar esperando no Senhor. Quem fica está se prostituindo, pois esta trocando de parceiros. Lembrando que adultério não é só quando se tem um ato sexual...” E vemos a comparação do bispo do ato do “ficar” com “as garotas de programa”. Bem, quem está “ficando”, acaba também oferecimento o seu próprio corpo em troca do seu prazer pessoal e também em busca de “status” perante os amigos e colegas. “Ficam” com um enorme número de pessoas, beijam, trocam carícias, algumas vezes termina com o ato sexual e, no dia seguinte, partem para outros relacionamentos. Foi por isso que o bispo usou o termo “descartável”. As garotas e garotos de programa ficam por dinheiro, contudo, os adolescentes e jovens seguem um caminho próximo, usando seus corpos para relacionamentos sem nenhum tipo de preocupação com o outro, quantas vezes for necessário para se satisfazerem. Isso também é pecado.

Algumas pessoas dizem que o “ficar” é o antigo ato de paquerar, contudo, quando você paquera alguém você não visa simplesmente utilizar o corpo do outro para o benefício próprio, mas a busca de um relacionamento duradouro e sincero. O “ficar” prega atitudes anticristãs, tais como: a desonestidade, desconfiança, descompromisso, a superficialidade, desrespeito contra vida, não valoriza o verdadeiro amor, prega a infidelidade, a impureza, indecisão, crueldade, ato de pura atração física... O relacionamento entre duas pessoas cristãs dever ser sincero, fiel, puro, honesto, fraterno, compromissado e, principalmente, santo. O bispo apenas seguiu a Bíblia, a doutrina católica, assinalando que devemos ser cristãos autênticos, e se mostrou preocupado com a realidade dos jovens de hoje. Nós precisamos ser exemplo perante nossas famílias, nossos ministérios, nossos colegas da escola / faculdade, na nossa Igreja... Sempre em todo o lugar e a toda a hora!!! O que adianta ser uma pessoa na igreja, nos encontros e eventos e outra totalmente diferente com a minha namorada, meu esposo, meus filhos, com meus amigos... Mascarado não dá mais pra viver! A pergunta precisa ser feita. Então: O “ficar” é de Deus? Claro que não.

A castidade precisa ser vista pelos cristãos não como uma opção, mas como meta de vida. Tanto no namoro, como no noivado e até dentro do casamento, um sendo fiel ao outro. O sexo só poder ser feito após o matrimônio, pois no namoro e noivado um ainda não pertence ao outro. Precisamos abolir a camisinha, pois não podemos banalizar o ato sexual que vem sendo visto nas últimas décadas. Precisamos nos manifestar contra o aborto, pois são seres humanos assim como nós. A juventude precisa rever seus valores, as canções que estão escutando (com letras pornográficas e violentas). Isso não vem de uma “Igreja totalmente ultrapassada” (como foi dito por uma leitora na última edição), mas de uma igreja fiel à Bíblia e atualizada. Quem disse que seguir Jesus é fácil?? É necessário renunciar muitas coisas!!

Não vamos à Igreja porque alguém nos obriga... Não rezamos porque temos medo de Deus... Ninguém nos proíbe ou nos condena. A nossa igreja apenas nos orienta, nos mostra o caminho, porque nossa fé é expressão de nossa liberdade! "Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou." (1Jo 2, 6)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A missão do Espírito Santo





O Espírito Santo – que é Deus com o Pai e o Filho – é o santificador, o vivificador, dom do Pai, distribuidor dos dons e frutos divinos. É verdade, vida, amor, unidade e liberdade. É o selo, a aliança que dá existência à Igreja, é o proclamador da realeza do Senhor, a realização da promessa do Pai e de Jesus. Ele guia a Igreja para que ela possa ser sinal de salvação.

“Consumada a obra que o Pai confiara ao Filho realizar na terra, foi enviado o Espírito Santo no dia de Pentecostes, a fim de santificar perenemente a Igreja para que, assim, os crentes pudessem aproximar-se do Pai, por Cristo num mesmo Espírito. Ele é o espírito da vida, ou a fonte de água que jorra para a vida eterna. Por ele o Pai vivifica os homens mortos pelo pecado, até que Cristo ressuscite seus corpos mortais. O Espírito habita na Igreja e nos corações dos fiéis como num templo. Neles ora e dá testemunho de que são seus filhos adotivos. Leva a Igreja ao conhecimento da verdade total. Unifica-a na comunhão e no ministério. Dota-a e dirige-a mediante os diversos dons hierárquicos e carismáticos. Ele rejuvenesce a Igreja, renova-a perpetuamente e leva-a à união consumada com seu Esposo. Pois o Espírito e a Esposa dizem ao Senhor Jesus: Vem.” (Concílio Vaticano II - Constituição Dogmática “’Lumen gentium”)

Significado de Pentecostes

A palavra Pentecostes significa 50 dias, pois era uma festa celebrada 50 dias após a Páscoa. “No antigo Israel, Pentecostes era uma festa agrícola (primícias da safra, no hemisfério norte). Mais tarde foi relacionada com o evento salvífico central da Aliança mosaica: ganhou o sentido de comemoração da proclamação da Lei no Monte Sinai. Tornou-se uma das três grandes festas em que os judeus subiam em romaria a Jerusalém (as outras são Páscoa e Tabernáculos). Foi nesta festa que aconteceu a ‘explosão’ do Espírito Santo, a força que levou os apóstolos a tomarem a palavra e a proclamarem, diante da multidão reunida de todos os cantos do judaísmo, o anúncio de Jesus Cristo.” (Padre Johan Konings, em “Liturgia dominical”, Editora Vozes)

Em Pentecostes manifesta-se Igreja

Celebramos a grande festa de Pentecostes, na qual a liturgia nos faz reviver o nascimento da Igreja, segundo quanto narra São Lucas no livro dos Atos dos Apóstolos (2, 1-13). Cinquenta dias depois da Páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade dos discípulos "assíduos e concordes na oração" reunidos "com Maria, a mãe de Jesus" e com os doze Apóstolos (cf. At 1, 14; 2, 1). Portanto podemos dizer que a Igreja teve o seu solene início com a descida do Espírito Santo.

Neste extraordinário acontecimento encontramos as notas fundamentais e qualificadoras da Igreja: a Igreja é una, como a comunidade de Pentecostes, que estava unida na oração e concorde: "Tinha um só coração e uma só alma" (At 4, 32). A Igreja é santa, não pelos seus méritos, mas porque, animada pelo Espírito Santo, mantém o olhar fixo em Cristo, para se tornar conforme com Ele e com o seu amor. A Igreja é católica, porque o Evangelho se destina a todos os povos e por isso, já desde o início, o Espírito Santo faz com que ela fale todas as línguas. A Igreja é apostólica, porque edificada sobre o fundamento dos Apóstolos, conserva fielmente o seu ensinamento através da cadeia ininterrupta da sucessão episcopal.

Além disso, a Igreja é, por sua natureza, missionária e, a partir do dia de Pentecostes, o Espírito Santo não cessa de a estimular pelos caminhos do mundo, até aos extremos confins da terra e até ao fim dos tempos. Esta realidade que podemos verificar em todas as épocas já está antecipada no Livro dos Atos, onde se descreve a passagem do Evangelho dos hebreus para os pagãos, de Jerusalém para Roma. Roma está a indicar o mundo dos pagãos, e assim todos os povos que estão fora do antigo povo de Deus. De fato, os Atos concluem-se com a chegada do Evangelho a Roma. Então podemos dizer que Roma é o nome concreto da catolicidade e da missionariedade, expressa a fidelidade às origens, à Igreja de todos os tempos, a uma Igreja que fala todas as línguas e vai ao encontro de todas as culturas.

Queridos irmãos e irmãs, o primeiro Pentecostes aconteceu quando Maria Santíssima estava presente no meio dos discípulos no Cenáculo de Jerusalém e rezava. Também hoje nos confiamos à sua materna intercessão, para que o Espírito Santo desça abundantemente sobre a Igreja do nosso tempo, encha os corações de todos os fiéis e acenda neles o fogo do seu amor.

Papa Bento XVI

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A SANTIFICAÇÃO DO CORPO






“CADA UM SAIBA CONTROLAR O SEU PRÓPRIO CORPO DE MANEIRA SANTA E HONROSA,” (1 Tessalonicenses 4.4.).
Nossa santificação passa também pelo nosso corpo. Deus não exige que somente o nosso espírito seja santificado, mas a alma e o corpo.
A santificação do corpo diz respeito ao mesmo não ser dominado pela paixão de desejos desenfreados (1 Tessalonicenses 4.5); tem a ver de igual modo com evitarmos a imoralidade, pois como está escrito:
“...QUEM PECA SEXUALMENTE, PECA CONTRA O SEU PRÓPRIO CORPO.” (1 Coríntios 6.18).
O corpo do filho de Deus é habitação do Espírito Santo, portanto essa casa ou tabernáculo como a bíblia chama, de modo nenhum pode se contaminar com a impureza seja pela falta de castidade no jovem quanto pela infidelidade dentro do casamento, ou qualquer relacionamento sexual fora do casamento.
Precisamos ter muito cuidado, pois, a impureza começa dentro da mente do homem, no seu interior e depois é manifestada através do corpo, quando os sentidos são usados para satisfazer as concupiscências da carne. (Marcos 7.21).
Um corpo santo não pode ser usado como instrumento de sensualidade e pecado, jamais!
Nossos membros têm que ser instrumentos de justiça como está escrito:
“...OFEREÇAM OS MEMBROS DO CORPO DE VOCÊS A ELE, COMO INSTRUMENTO DE JUSTIÇA.” (Romanos 6.13).
Queridas irmãs tenhamos muito cuidado com a maneira como apresentamos o nosso corpo ao mundo. Jamais sejamos instrumento do pecado da cobiça ao sexo oposto. Para evitarmos qualquer tipo de insinuação é deveras importante perguntar ao dono do nosso corpo se esta ou aquela roupa está do seu agrado. Ele fala com toda a certeza, expressando a sua vontade em relação à casa onde Ele habita.
O segredo para não satisfazer os desejos da carne é tão somente andar em Espírito(Gálatas 5.26).
Não é somente a imoralidade que compromete a santidade do corpo. A bíblia fala que os pecados da língua contaminam o corpo:
“ASSIM TAMBÉM, A LÍNGUA É UM FOGO; UM MUNDO DE INIQUIDADE. COLOCADA ENTRE OS MEMBROS DO NOSSO CORPO, CONTAMINA A PESSOA POR INTEIRO, ICNENDEIA TODO O CURSO DE SUA VIDA, SENDO ELA MESMA INCENDIADA PELO INFERNO.” ( Tiago 4.6).
Todos os que usam a sua língua para murmuração, queixas, críticas, acusações, calúnias, como açoite estão a contaminar todo o corpo, entristecendo desse modo ao Espírito Santo de Deus.
Devemos orar como o salmista:
“COLOCA, SENHOR, UMA GUARDA Á MINHA BOCA; VIGIA A PORTA DOS MEUS LÁBIOS.” (Salmo 141.3).
Jesus está às portas meus amados e é necessário conservar o nosso corpo de maneira santa e honrosa para que naquele glorioso dia possa ser transformado em um corpo semelhante ao do Senhor Jesus Cristo.
Gloriosa esperança!